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Eu já contei a história de como eu comecei a empreender algumas vezes e cada vez que eu conto é sob uma perspectiva diferente. Hoje eu quero te contar como foi ter nas mãos o poder de escolha e poder optar entre fazer o que eu mais queria ou continuar na segurança de um emprego formal.

Quando eu comecei o meu negócio criativo eu estava trabalhando numa construtora como arquiteta e já não estava mais feliz naquele mundo corporativo onde eu não criava nada e fazia um monte de coisas que não faziam o menor sentido pra mim. Aquela rotina louca acabava com a minha alegria!

Então para não enlouquecer e dar uma relaxada desse universo tão denso e pesado, eu iniciei um negócio criativo de decoração de festas com uma amiga por pura diversão. Assim eu conseguia ganhar um dinheirinho extra e também podia voltar a criar coisas minhas que já estavam me fazendo muita falta.

Eu não tinha grandes pretensões com isso e não sabia aonde essa experiência iria me levar, eu só queria era me divertir nas horas vagas. Mas depois de 1 ano levando as duas atividades ao mesmo tempo (o meu negócio e o emprego fixo), eu estava no meu limite.

Enquanto eu estava na construtora a minha cabeça estava do lado de fora criando as minhas festas, que era o que eu realmente gostava de fazer. E nessa função toda, tanto o meu corpo quanto a minha cabeça já estavam batendo biela e nada mais funcionava direito, era um caos. E por isso eu resolvi que tinha que tomar uma atitude, resolvi chutar o pau da barraca.

O meu negócio criativo já estava ganhando algum destaque, a gente já tinha alguns clientes e eu me sentia confiante para seguir o meu coração. Larguei minha carreira de arquiteta e passei a me dedicar exclusivamente ao que me fazia feliz, ao meu negócio criativo.

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ANTES EU NÃO TINHA OPÇÃO

Antes eu achava que TINHA que seguir aquela carreira mesmo sabendo que ela não estava alinhada com o que eu entendia como realização profissional, só que eu não tinha outra opção. Mas ao criar o meu negócio criativo eu construí a opção que me faltava e eu tinha agora o poder de escolha nas mãos. Eu construí a minha porta de saída daquele universo que eu não queria mais e podia escolher qual caminho seguir.

Só que esta porta de saída que eu construí foi mais uma portinhola do que um grande portal mágico de acesso ao mundo encantado dos negócios criativos. Foi quase uma nesga com espaço suficiente pra eu passar espremida e escapar daquela prisão do mundo corporativo que já estava me deixando doente. Eu vi uma luz do outro lado e me joguei.

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EU FIZ QUASE TUDO CERTO

Neste período de criar a minha porta de saída eu me testei, me experimentei no mercado e vi que as pessoas estavam bem interessadas no que eu tinha a oferecer. Mas eu não aproveitei este período para me preparar do jeito certo. Eu não aproveitei a segurança do meu salário fixo para deixar o meu negócio forte o suficiente para segurar as pontas quando eu precisasse.

Eu não usei esta vantagem de forma inteligente. Aliás eu nem sabia que ter um emprego era uma vantagem. Eu achava que ele só atrapalhava os meus sonhos, mas eu estava redondamente enganada.

Como eu não tinha orientação nenhuma eu não sabia direito o que eu estava fazendo, eu só segui o meu coração, a minha coragem e a vontade de fazer dar certo e achei que isso seria o suficiente.

Me faltavam outras coisas que eu nem sabia que deveria ter desenvolvido antes de me jogar pela minha portinhola. Eu não estava preparada para o que estava por vir. O resultado foi que eu demorei muito pra começar a ver algum resultado significativo no meu negócio.

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QUANDO EU SAÍ DO MEU EMPREGO

Quando eu saí pela minha portinhola eu me vi sozinha e dependendo do meu negócio para me sustentar. Foi aí que eu percebi que me faltava um monte de cosias pra fazer o meu sonho de negócio dar certo:

– faltava foco e clareza sobre o que eu queria (aceitava todo tipo de trabalho, afinal eu precisava de dinheiro).
– saber valorizar o meu produto.
– saber como me divulgar (contava só com o boca a boca o que me gerava muita insegurança)
– faltava dinheiro (eu não sabia cobrar).
– eu não tinha segurança de que estava fazendo a coisa certa e se teria sucesso ou não.

Por eu não ter mais a segurança de um salário fixo todo mês eu exigi muito do meu negócio. Eu precisava tirar dele o que ele não estava pronto pra me dar, e eu não tinha consciência disso.

E é isso o que muitas vezes acontece com os negócios que fracassam. As pessoas colocam muitas expectativas naquele negócio e querem colher frutos antes mesmo da sementinha sequer ter germinado e assim acabam afogando o pobre do sonho com a sua ansiedade.

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CALMA!

Talvez você esteja procurando desesperadamente por uma porta de saída de um trabalho que te paga as contas mas que você não se orgulha, e eu te digo CALMA!

O seu emprego tem um papel importante no desenvolvimento do seu negócio criativo. Pra você enfrentar essa situação que te incomoda, eu quero que você encare o seu emprego como uma vantagem, você tem nas mãos um órgão financiador do seu sonho.

O seu salário fixo é que vai bancar o desenvolvimento do seu negócio nas fases iniciais, ele vai te dar segurança pra poder testar, errar e tentar de novo, porque é muito difícil acertar de primeira, isso é fato.

Não espere que logo no início o seu negócio seja capaz de pagar as contas dele mesmo, o seu salário e ainda financiar os seus estudos. Sim, para saber o que fazer é importante estudar sobre o seu negócio, principalmente se você quer sucesso rápido. Ou você acha que os seus conhecimentos de negócios e marketing são suficientes pra fazer tudo dar certo?

Eu achava que dava conta sozinha e que só a minha força de vontade e um bom trabalho seria o suficiente pra fazer dar certo, mas isso era pouco. Eu tropecei muito e levei muito tempo pra entender o que era preciso para fazer tudo funcionar como eu queria.

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INVISTA EM CONHECIMENTO

Ter um negócio é trabalhoso. Tem as suas delícias, claro, mas tem também muita coisa para dar conta e se você não souber o que fazer, se não souber o que é mais importante e aonde deve focar a sua atenção, sua energia e dinheiro, as suas chances de ter sucesso são pequenas.

Não conte com a sorte, não conte só com um produto lindo e bem feito, isso não é o suficiente. Minimize as chances de erro e multiplique as chances de acertar. Estude, se informe, teste, erre e acerte enquanto você tem um salário que te possibilite estas experimentações.

Por isso que eu digo e repito, largar o seu emprego antes da hora pode ser a ruina do seu negócio criativo. Não afogue o seu sonho antes de ele estar pronto. Construa a sua porta de saída do jeito certo. Aqueles que estão mais preparados vencem com mais facilidade. É a lei da natureza:

Os mais preparados são os que sobrevivem e evoluem.

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Se você está pensando em criar o seu negócio criativo e construir a sua porta de saída do seu trabalho formal, eu vou ser sempre a sua maior incentivadora e vou te orientar a fazer isso do jeito certo para que você não corra o risco de ter que voltar correndo e pedir seu emprego de volta porque o seu negócio não deu certo.

Por isso no dia 20/03/18 eu vou dar uma palestra online e gratuita que vai te esclarecer muitas coisas para dar seus primeiros passos para criar o seu negócio e conquistar os seus primeiros clientes.

Você não precisa enfrentar esse desafio sozinho, conta comigo pra te orientar nesse processo. Se inscreva neste link que eu vou estar te esperando para o nosso encontro online.

E me conte por e-mail se você é da mesma opinião ou se pensa diferente. Quero saber se o que eu disse aqui te deixou mais tranquilo ou mais ansioso pra largar o seu emprego. Escreve para contato@viverdecraft.com.br que eu vou adorar saber.