Esta semana resolvi fazer uma pausa na série “Eu não sei vender! E agora?” com este post leve e curtinho (tem gente levantando os bracinhos e dizendo Eeeehhhh!!!). O objetivo é fazer uma pausa para reflexão.

Faz pouco tempo que eu descobri na internet uma pessoa adoravelmente maluca, deliciosamente autêntica e strogonoficamente divertida. Tudo isso e mais um pouco (pelo menos na minha humilde opinião).

Você ainda não conhece esta maluca?

Jout Jout, prazer.
Eu diria muito prazer!

Se não conhece ainda vale a pena investir alguns minutos do seu precioso tempo vasculhando os vídeos dela no Youtube. Você vai ver que no meio de um monte de baboseira inútil (mas super divertida), tem papo sério também.

E mesmo quando o assunto é sério, ela fala de uma maneira tão lúcida e óbvia que a vida parece ser muito simples. E deveria. Ela faz a gente voltar a pensar com a simplicidade de uma criança com o jeito maluco dela de ver as coisas. Aliás, é exatamente isso que ela é, uma criança que não cresceu.

Sobre a felicidade alheia

De todos os vídeos dela eu adoro este vídeo em especial porque fala de um assunto que aflige muita gente, como nós criativos. Ela fala da necessidade de todo o ser humano de agradar as pessoas que a gente ama, pra que ELES se sintam felizes com as NOSSAS DECISÕES, mesmo que a gente não se sinta tão feliz assim (eu estou escrevendo e parece que eu estou ouvindo ela falar, rsrsrsrs…)

Nós criativos, que muitas vezes nos sentimos meio peixe fora d’água por querer levar uma vida diferente da vida tradicional com emprego fixo, dinheiro todo início de mês, carteira assinada, férias, décimo terceiro, “garantia” de um futuro melhor (não sei quem disse que isso é garantia de alguma coisa, mas enfim…), sofremos por querer sair da caixinha e não se encaixar neste modelo padrão.

Comigo pelo menos é assim.

Desde que comecei a empreender este assunto sempre me afligiu, e ainda é um motivo de preocupação. Mas hoje esta preocupação em agradar os outros é muito menor do que antes.

Pode ser por causa da idade (ops! Idade não, vamos substituir por sabedoria adquirida, rsrsrs…) ou então por eu ter cada vez mais certeza que estou fazendo o que me deixa mais feliz.

Maaaas… desconfio que hoje eu me sinto mais leve com relação a este assunto por que eu assisti este vídeo super didádico da Jout Jout. Com certeza foi isso!

Assista e responda pra você mesmo (ou pra mim, eu vou adorar receber a resposta nos comentários ou por e-mail!):

– A sua última grande decisão foi pensando na sua felicidade ou na dos outros?

(Às vezes a nossa felicidade está disfarçada de “se eles estão felizes eu também estou”, e isso é auto-engano! Não caia nesta armadilha de mentir pra você mesmo.)

– Quando é que você vai deixar que os outros decidam o que é melhor pra você?

Tempoooo! Tic Tac Tic Tac…